"Continua a percepção de que os riscos principais vêm de três frentes: cenário internacional (incertezas quanto aos efeitos das medidas tarifárias dos EUA), fiscal (sustentabilidade da dívida pública e impactos da política fiscal na política monetária) e inadimplência e atividade (preocupação com a demanda externa e alto endividamento em um ambiente de taxas de juros elevadas)", diz o BC, no relatório da PEF.
Os riscos operacionais e o nível da taxa de juros doméstica, a Selic, oscilaram de 2% para 3%. Segundo a autarquia, as menções a riscos cibernéticos advindos da digitalização do sistema financeiro têm ganhado relevância. As menções aos demais riscos, por sua vez, caíram de 15% para 10% no mesmo período de tempo.
O índice de confiança no Sistema Financeiro Nacional (SFN) caiu de 75,0 para 74,45 pontos, mas permanece elevado, segundo o BC. Para 90% dos respondentes, o Adicional Contracíclico de Capital Principal do Brasil (ACCPBrasil) será mantido em zero, e deveria ser mantido em zero.
(Com Agência Estado)
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